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Institucional

UFR cria comissão de acompanhamento e ações de prevenção contra o coronavírus

Publicado: 13/03/2020 11:41 | Última atualização: 20/03/2020 19:50
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Nesta quinta-feira (12) foi realizado uma reunião extraordinária com diretores e coordenadores da área da saúde da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) para levantamento de ações estratégicas de combate à disseminação do novo coronavírus (COVID-19). A iniciativa faz parte de um conjunto de orientações propostas pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação (MEC).

Durante a reunião foi discutido o panorama atual da pandemia do coronavírus, especialmente a situação no Brasil. O professor Bruno Moreira Carneiro, do curso de medicina da UFR, atua na área de virologia e informou que uma série de ações deverão ser colocadas imediatamente em prática para evitar a transmissão. Entre as propostas estão a efetiva higienização de objetos e locais de grande acesso, distribuição de recipientes com álcool gel nos ambientes de maior circulação (Registro, Biblioteca, Restaurante e corredores), e, quando possível, resolver demandas por e-mail/telefone, evitando reuniões ou aglomeração de pessoas.

A prefeita do campus universitário, Kamila Senna Vasconcelos, também notificou os responsáveis pelos contratos de limpeza que atuam na UFR. O objetivo é repassar procedimentos para a correta higienização de ambientes, maçanetas, corrimãos, torneiras, bancadas, reposição de papel descartável nos sanitários, e utilização de Equipamento de proteção individual (EPI).

De acordo com a reitora da UFR, professora Analy Castilho Polizel de Souza, as estratégias também envolvem a participação do Conselho Municipal de Saúde,  uma vez que a preocupação com a transmissão do vírus não é apenas institucional, mas do município como um todo. Na tarde desta sexta-feira (13) o tema será debatido na primeira reunião do Conselho Universitário pro tempore da UFR e, em breve, serão encaminhadas a toda comunidade acadêmica um conjunto de orientações de procedimento.

Entretanto, “cabe ressaltar que não há razão para pânico” considerou o professor Bruno Moreira Carneiro. A doença possui uma taxa de mortalidade relativamente baixa e oferece maior risco apenas para as pessoas mais idosas.

Nesta semana, o Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Vigilância em Saúde, expediu recomendação ao Ministério da Educação para que promova ações de prevenção junto às Universidades Federais, além da prática de pequenas condutas que podem ajudar no combate a transmissão do vírus, como por exemplo:

 

Para mais informações sobre o novo coronavírus (COVID-19), é possível consultar o sítio eletrônico do Ministério da Saúde

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