UFR libera acesso ao Portal de Periódicos CAPES por meio da plataforma CAFe

Os estudantes da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) já podem acessar de forma remota o Portal de Periódicos da CAPES por meio da plataforma CAFe. O Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Ele conta com um acervo de mais de 45 mil títulos com texto completo, 130 bases referenciais, 12 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.

Tradicionalmente, o acesso ao Portal de Periódicos é realizado diretamente da internet do campus, com reconhecimento de IP autorizado. Entretanto, estudantes que possuam um e-mail institucional @ufr.edu.br cadastrado poderão acessar o Portal diretamente de suas casas ou de qualquer outro local fora da universidade por meio da Plataforma CAFe (Comunidade Acadêmica Federada). A plataforma é provida pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e permite que usuários utilizem login e senha institucionais para diversos serviços. Caso você ainda não tenha o seu e-mail @ufr.edu.br clique aqui para solicitar a criação.

 

Para acessar o Portal de Periódicos sigas as instruções:

1.Acesse o Portal de Periódicos;

2.Clique no link ACESSO CAFE disponível no topo da página;

3.Uma lista de instituições participantes da comunidade aparecerá. Você deve selecionar sua;

4.Ao clicar em “enviar”, você será direcionado para uma nova tela onde deverá incluir o nome de usuário e senha fornecidos pela sua instituição;

5.Após a identificação, você será redirecionado para a página inicial do Portal de Periódicos e poderá iniciar sua pesquisa.

 

Assista o Tutorial em vídeo de como realizar o procedimento:

Docente da UFR publica pesquisa inédita em periódico internacional

Publicação científica internacional constitui avanço para a criação, melhoramento genético e conservação de bicudos

 

O professor Mário Luiz Santana Júnior, docente e pesquisador do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), publicou os resultados de sua pesquisa no periódico científico internacional Plos One. O artigo trata de uma espécie de pássaro pouco estudada e ameaçada de extinção, o Bicudo (Sporophila maximiliani), sendo a primeira pesquisa a abordar de maneira ampla a diversidade genética da população, sua evolução, seleção para fibra, acasalamentos, além de ressaltar a importância da criação em cativeiro e suas vulnerabilidades. A pesquisa investigou dados genealógicos e de desempenho de mais de 6.000 pássaros em competições de fibra coletados no projeto.

O Bicudo sofreu com o tráfico e com a destruição de seu habitat natural, sendo raramente encontrado na natureza. Atualmente é considerado ameaçado ou criticamente em perigo de extinção pelo governo brasileiro. Em contrapartida, existem mais de 180.000 Bicudos cativos no Brasil em razão de criadores amadores e também comerciais autorizados pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Esses criadores são hoje a maior esperança para projetos de reintrodução de Bicudos na natureza, pois grande parte deles são defensores da preservação da espécie tanto na sua forma livre quanto em cativeiro.

O grande interesse pela domesticação do Bicudo se dá pelas características relacionadas à qualidade do seu canto, diversidade de melodias, beleza, comportamento territorialista, facilidade de manejo e adaptação ao ambiente doméstico. Bicudos são pássaros longevos e não são raros os relatos de aves superando 20 ou 30 anos de idade. As características dos Bicudos têm estimulado há décadas torneios das modalidades denominadas canto e fibra no Brasil. Essas competições são organizadas por associações de criadores com a devida permissão das autoridades ambientais e ocorrem regularmente em diversas regiões do Brasil, reunindo até 400 exemplares.

A pesquisa científica com estes pássaros foi iniciada há 2 anos pelo professor Mário Luiz Santana Júnior, que é doutor em Zootecnia pela Universidade de São Paulo (USP). O trabalho foi desenvolvido na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e na Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e contou com apoio da CAMEX/CUR, PROCEV e UNISELVA, sendo desenvolvida a partir do projeto de extensão intitulado “Avaliação genética de passeriformes nativos para características de interesse econômico”.

Para conhecer mais a pesquisa do professor Mário Luiz Santana Júnior, acesse neste endereço o artigo na íntegra

Grupo de pesquisa da UFR integra pesquisa nacional sobre ensino remoto e Política Nacional de Alfabetização

 

GRUPO ALFALE INTEGRA PESQUISA INTERINSTITUCIONAL  SOBRE CENÁRIO BRASILEIRO

Pesquisadores de 29 instituições brasileiras se uniram para investigar dois temas emergentes no atual cenário brasileiro. O primeiro deles analisa como a política de alfabetização do Governo Federal, lançada em 2019, tem chegado aos alfabetizadores; o segundo, trata-se de um levantamento dos principais desafios para a prática neste contexto de pandemia e de trabalho remoto, tanto para os educadores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, quanto da Educação Infantil.

A pesquisa interinstitucional, que tem caráter nacional dada a sua abrangência e participação de pesquisadores das cinco regiões brasileiras, foi proposta pela professora Maria do Socorro Alencar Nunes Macedo, da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ/MG), sob o título: “Alfabetização em rede: uma investigação sobre o ensino remoto da alfabetização na pandemia Covid-19 e a recepção da Política Nacional de Alfabetização (PNA) pelos docentes da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental”. A proposta já foi aprovada pelo Comitê de ética da UFSJ.

A Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) integra essa pesquisa por meio do Grupo de Pesquisa ALFALE – Alfabetização e Letramento Escolar – e de seus membros, as professoras Sílvia de Fátima Pilegi Rodrigues, Cancionila Janzkovski Cardoso e Sandra Regina Franciscatto.

 

PESQUISADORES SOLICITAM APOIO DE PROFESSORES EM PREENCHIMENTO DE QUESTIONÁRIO

Os pesquisadores envolvidos na proposta estão mobilizando professores das redes públicas das suas regiões para a coleta de dados feita por meio de respostas a um questionário eletrônico. Esses dados são essenciais para a continuidade das atividades do grande grupo de pesquisa e, para isso, é fundamental a colaboração dos professores que atuam na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, até o quinto ano.

Até o dia 20 de agosto, mais de 12 mil professores já haviam respondido o formulário que poderá analisar os desdobramentos da atual política nacional de alfabetização e contribuir para a sua redefinição a partir do olhar trazido pela contribuição dos professores alfabetizadores de mais de cinco mil municípios brasileiros e do Distrito Federal.

O grupo ALFALE convida os professores de Mato Grosso a se unirem à coleta de dados do Estado, respondendo ao questionário disponível neste endereço eletrônico até o dia 15 de setembro de 2020.

Prorrogação de prazo da pesquisa sobre ensino remoto

Foi prorrogado o prazo para preenchimento da pesquisa a respeito do Ensino remoto nas Instituições superiores de ensino. Até o dia 14 de agosto, alunos e professores das redes pública e privada que estavam matriculados ou lecionaram no primeiro semestre deste ano em cursos presenciais terão acesso a um questionário para contar suas experiências com as aulas nesta época de restrições e isolamento social, diante da circulação do novo coronavírus.

A iniciativa é um desdobramento da publicação da Portaria nº 544, de 16 de junho de 2020, que trata da substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais durante a pandemia de Covid-19. O objetivo é entender a percepção dos alunos e professores sobre a nova rotina de aulas e estudos, bem como obter informações sobre as ferramentas e tecnologias utilizadas no caso das substituições ocorridas nos cursos presenciais com a utilização de TICs, além de utilizar as informações para melhorar as políticas regulatórias e de supervisão do sistema federal de ensino superior. 

Foi criado um formulário específico para cada grupo: um para as instituições de ensino (para checar a adesão às aulas remotas e dados sobre evasão escolar, por exemplo), um para os professores e um terceiro para os alunos – esses dois últimos têm perguntas a respeito da suspensão das aulas e da oferta de ferramentas adequadas para as aulas em meios digitais. Os questionários já estão disponíveis. Se você é professor do ensino superior, poderá acessar e responder ao questionário aqui. Ou se você é aluno de qualquer instituição do ensino superior, poderá clicar aqui para acessar e responder ao questionário.

O Ministério da Educação (MEC) trabalha em parceria com a organização social CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) para a elaboração da pesquisa, o cruzamento de dados e a consolidação das respostas.

UFR na contribuição científica

O jornal eletrônico “Cidadão Cultura” de Cuiabá publicou uma matéria no formato de divulgação científica, onde foi descrito o efeito do pulso de inundação nas abelhas e vespas no pantanal Brasileiro.
Na matéria foram apresentadas a importância das abelhas e vespas para o ecossistema e descreve para a comunidade a origem do trabalho, bem como os principais resultados da pesquisa e suas aplicações para conservação do Pantanal. Para além, retrata um pouco a vida de um biólogo em campo.
O artigo foi escrito pelo Prof. Rodrigo Aranda do departamento de biologia (Aranda, R. & Aoki, C. 2018).
Título: Diversity and effect of historical inundation on bee and wasp (Hymenoptera: Apoidea, Vespoidea) communities in the Brazilian Pantanal.
Publicado em: Journal of Insect Conservation.
Leia a matéria na íntegra: Clique AQUI

Chamada destinará R$ 50 milhões para pesquisas sobre coronavírus

O Governo do Brasil vai financiar pesquisas sobre novos métodos de diagnóstico, tratamento e interrupção da transmissão no país do coronavírus (Convid-19). Serão destinados R$ 50 milhões pelos ministérios da Saúde e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Podem participar pesquisadores vinculados a instituições científicas, tecnológicas ou de inovação tanto públicas quanto privadas. A Chamada Pública Nacional de Pesquisa em Saúde sobre o Coronavírus será lançada até a próxima semana pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A iniciativa englobará pesquisas relacionadas à história natural da doença; desenvolvimento e avaliação de testes, de alternativas terapêuticas e de vacinas contra à Covid-19; avaliação da atenção à saúde nos três níveis de complexidade frente à epidemia; uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas ações de prevenção, controle e manejo; adesão e cumprimento das medidas de prevenção e controle, entre outros temas relacionados à doença.

As linhas de pesquisa foram definidas a partir de diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), alinhadas às prioridades nacionais em discussão entre o Ministério da Saúde e especialistas de todo o país, considerando a necessidade de resposta rápida e investimentos em estudos mais promissores.

Dada a urgência do assunto, a Chamada terá um período de submissão mais curto que o tradicional. Serão 20 dias de prazo, a contar da data de publicação.

Além disso, o Ministério da Saúde criou e-mail para receber contribuições externas de pesquisa e inovação por meio do e-mail pesquisacovid19@saude.gov.br. Nesta quarta-feira (1º) serão definidos os fluxos de funcionamento deste canal.

Desde o final de janeiro, após declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os protocolos de pesquisas relacionados ao coronavírus submetidos à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) estão sendo analisados em caráter de urgência. Desde então, foram submetidos na Plataforma Brasil aproximadamente 100 projetos de pesquisa no Brasil relacionados ao coronavírus.

 

Coordenação de Comunicação Social do CNPq

Fonte: Agência Saúde/MS

CAPES libera acesso gratuito à conteúdo exclusivo do Portal de Periódicos

Durante o período de pandemia do COVID-19, editores internacionais liberam conteúdo gratuito para apoiar o trabalho de pesquisadores

Editores internacionais com os quais a CAPES mantém contrato, por meio do Portal de Periódicos, liberaram acesso aos seus conteúdos, enquanto durar a pandemia de COVID-19. A ação foi motivada pela situação atual de confinamento e restrição de contato, e pretende apoiar a comunidade de pesquisa no processo de entendimento e minimização do impacto do novo coronavírus.

Os parceiros “removeram o controle de acesso aos seus conteúdos fechados em atenção à pandemia, em decorrência do grande número de pessoas infectadas e vitimadas pelo COVID-19”, explicou Patrícia de Almeida, coordenadora geral do Portal de Periódicos. Esse material disponível ajudará pesquisadores, médicos, enfermeiros e outros profissionais engajados com a emergência de saúde global, para o controle da situação.

A Sociedade Americana de Microbiologia (ASM) deixou em acesso aberto 50 artigos científicos, publicados em 2019, nas suas 16 revistas acadêmicas. Além disso, criou uma página dedicada aos recursos sobre o COVID-19, com informação atualizada e análises de especialistas. O material ficará livre por tempo indeterminado.

Também estão disponíveis diversos recursos da British Medical Journals (BMJ). “Os conteúdos ficarão acessíveis gratuitamente por tempo indeterminado, prezando pela disponibilização de informações científicas conforme as demandas da comunidade”, afirmou Laura Santana, gerente de Desenvolvimento de Negócios da editora.

Annual Reviews liberou seus títulos até 30 de abril. Contudo, esse prazo poderá ser estendido, se necessário. O material da editora Oxford University Press (OUP), que contém ferramentas para o estudo do coronavírus e temas afins, será oferecido em acesso aberto por período indeterminado.

editora Emerald compilou pesquisas relacionadas ao gerenciamento de doenças e epidemias e disponibilizou até o dia 31 de março. “Embora esses materiais não estejam apenas relacionados aos atuais desafios clínicos do novo coronavírus, eles podem fornecer um contexto relevante sobre como o mundo reagiu a surtos e epidemias anteriores”, avaliou a editora.

Elsevier deu acesso temporário e gratuito por 90 dias, pela plataforma ScienceDirect, a 256 títulos nas mais distintas áreas de conhecimento, como uma forma de apoiar as classes online. Além dessa iniciativa, a editora desenvolveu ainda dois outros recursos de livre acesso que concentram informações especializadas e selecionadas para a comunidade em geral: Novo Centro de Informações sobre Coronavírus e Lancet Hub.

“Considerando a relevância do tema e a necessidade de facilitar o acesso à informação científica para pesquisas na área, nossa equipe de especialistas realizou uma curadoria de conteúdo em várias bases de dados”, anunciou a editora Ovid Technologies. Dessa forma, parte dos recursos de pesquisa está disponível em acesso aberto para a comunidade científica por tempo indeterminado.

editora Wiley liberou para a comunidade acadêmico-científica o acesso a uma coleção de mais de 5 mil artigos de periódicos relevantes, capítulos de livros e entradas nos principais trabalhos de referência, além de um feed gratuito e em tempo real das mais recentes pesquisas e notícias sobre o novo vírus corona.

Estão acessíveis, também, coleções especiais criadas em parceria com a Biblioteca Cochrane e demais recursos para os interessados em explorar perspectivas históricas sobre epidemias, métodos usados para controlar sua disseminação e políticas de saúde associadas.

Portal de Periódicos
Portal de Periódicos da CAPES é a maior biblioteca virtual do País, que pretende democratizar o acesso à informação científica e fortalecer os programas de pós-graduação no Brasil. Além disso, o Portal incentiva investimentos em excelência acadêmica nas instituições brasileiras de ensino e pesquisa.

CCS/CAPES

**fonte: “Portal de Periódicos CAPES”

CNPQ expede orientação a bolsistas e coordenadores de projetos

Considerando as restrições impostas pelas medidas preventivas adotadas pelo Governo Federal e governos estaduais, com vistas ao enfrentamento à pandemia do Coronavírus, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ressalta que está ciente e sensível às dificuldades de trabalho e pesquisa resultantes desse cenário. Dessa forma, orienta a seus bolsistas e coordenadores de projetos apoiados pelo CNPq que estejam passando por problemas decorrentes dessas limitações a entrarem em contato por meio dos canais já estabelecidos ou pela Central de Atendimento, apresentando, detalhadamente, a situação.

Devido às particularidades das diversas formas de apoio que o CNPq oferece, incluindo mais de 20 modalidades de bolsas, torna-se imprescindível a avaliação caso a caso para melhor atender as necessidades de cada situação. O CNPq reforça que estão organizados para receber as demandas e avaliá-las com a devida atenção e urgência que o momento exige.

A Central de Atendimento do CNPq pode ser acessada pelo e-mail atendimento@cnpq.br, a qualquer hora, ou pelo telefone +55 61 3211-4000, das 8:00h às 20:00h (horário de Brasília/DF)